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sábado, 25 de setembro de 2010

A paz

A paz é um dos tesouros mais desejados nos dias atuais. Muito se tem investido para se conseguir um pouco desse bem tão precioso.
Mas será que nós, individualmente, temos feito investimentos efetivos visando tal conquista?
O que geralmente ocorre é que temos investido nossos esforços na direção contrária, e de maneira imprópria.
É muito comum desejar a paz e buscá-la por caminhos tortos, que acabam nos distanciando dela ainda mais.
Seria bom se todos agíssemos desta forma:

“Aflição condensada é semelhante à bomba de estopim curto, pronta a explodir a qualquer contato esfogueante.
Indispensável saber preservar a tranqüilidade própria, de modo a sermos úteis na extinção dessa ou daquela dificuldade.
Decerto que para cooperar no estabelecimento da paz, não nos seria lícito interpretar a calma por inércia.
Paciência é a compreensão que age sem barulho, em apoio da segurança geral.
Refletindo com acerto, recebe a hora de crise sem qualquer idéia de violência, porque a violência sempre induz ao estrangulamento da oportunidade de auxiliar.
Diante de qualquer informação desastrosa, busca revestir-te com a serenidade possível para que não te transformes num problema, pesando no problema que a vida te pede resolver.
Não afogues o pensamento nas nuvens do pessimismo, mentalizando ocorrências infelizes que provavelmente jamais aparecerão.
Evita julgar pessoas e situações em sentido negativo para que o arrependimento não te corroa as forças do espírito.
Se te encontras diante de um caso de agressão, não respondas com outra agressão, a fim de que a intemperança mental não te precipite na vala da delinqüência.
Pacifica a própria sensibilidade, para que a razão te oriente os impulsos.
Se conservas o hábito de orar, recorre à prece nos instantes difíceis, mas se não possuis essa bênção, medita suficientemente antes de falar ou de agir.
Os impactos emocionais, em qualquer parte, surgem na estrada de todos; guarda, por isso, a fé em Deus e em ti mesmo, de maneira a que não te afastes da paz interior, a fim de que nas horas sombrias da existência possa a tua paz converter-se em abençoada luz.”

A sua paz interior é capaz de neutralizar o ódio de muitas pessoas.
Se você mantiver acesa a chama da paz em sua intimidade, então podemos acreditar que a paz mundial está bem próxima.
Porque, na verdade, a paz do mundo começa no íntimo de cada um de nós.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

CRUZ DA UNIDADE


Trata-se de uma imagem Cruz, onde tem a imagem de Maria Mãe Santíssima, recolhendo o sangue de Cristo.

O Cristo da Unidade
A vinculação entre Cristo e Maria, em Schoenstatt, está expressa na Cruz da Unidade. Segue uma breve explicação de sua origem histórica.


Histórico:

Quando os estudantes pallottinos, da primeira geração do Chile, estavam para serem ordenados sacerdotes, nasceu entre eles o desejo de presentear ao Santuário de Bellavista – lugar que viu nascer e alimentou sua vocação – um crucifixo que expressasse a imagem de Cristo sacerdote, tal como desejavam vivê-lo, a partir da Aliança de Amor com Maria e à luz da imagem original de Cristo que o Fundador lhes transmitia.

O pensamento central que quiseram expressar foi o Cristo dos vínculos.

É o Cristo que, na força do Espírito Santo está profunda e intimamente vinculado como Filho ao Pai.

É o Cristo que está profunda e intimamente vinculado a Maria, sua Mãe, constituída como colaboradora e companheira permanente em sua missão redentora entre os homens.

É o Cristo da Unidade, que une o céu e a terra; é o Cristo Bom Pastor que, refletindo o amor do Pai, une os homens a Deus e os homens entre si, fazendo-os filhos de um mesmo Pai.

Na parte de trás dessa cruz gravaram as frases latinas que expressam os ideais e realidade: “Unum in saguine (Unidos no Sangue de Cristo) + Tua res agitur (Trata-se de tua obra redentora) + Clarifica te (Glorifica-te em nossa pequenez e frauqeza)”.
A frase latina “Unum in sanguine” era o ideal da geração sacerdotal, que expressa a solidariedade de destinos que os unia com Cristo e Maria, com o Fundador e entre eles.

Devido às dificuldades internas da Família de Schoenstatt, o Fundador sendo afastado pelo exílio, a cruz tornou-se providencialmente atual, já que experimentam que a plena unidade entre eles seria alcançada somente em uma adesão crente à pessoa do Pai Fundador, pois, sendo fiéis a ele, eram fiéis à fundação que, por meio dele, Deus havia realizado. Família alcançou a graça da unidade com ele, como Pai Fundador, perscrutando os planos de Deus e não orientando-se por simpatias ou por critérios puramente humanos.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Luz


LUZ.

Em uma sala de aula o professor percebeu uma diferença muito grande entre seus alunos.
Um grupo era triste, pois todos eram crianças mais pobres.
Que passavam muitas dificuldades.
Outro grupo eram de crianças que já tinham perdidos alguém na família, um pai ou a mãe ou algum irmão.
O outro grupo era de crianças comuns, tinham a família completa.
Não passavam necessidades mas por serem assim se achavam melhor que todas as outras.
Um grupo desprezava o outro.
E raramente mantinham algum contato.
Então o professor, teve uma idéia.
Ele pegou três lâmpadas.
Uma deixou acessa, a outra deixou apagada, e a ultima ele alternava deixando-a as vezes acessa e as vezes apagada.
O professor então perguntou qual era a diferença...
Todos responderam, é obvio, uma acessa, outra apagada e a outra fica piscando.
Então o professor se dirigiu a cada grupo e perguntou: e a semelhança qual é?
Fez- se um grande silêncio, alguns tentaram responder mas não acertaram, e este era o primeiro grupo.
Outros nada falaram por medo de errar, e este era o terceiro grupo.
O segundo grupo respondeu: Bem todas são lâmpadas.
O professor falou sim esta correto.
Mas acrescentou, a semelhança meus alunos é que para Deus todos somos iguais.
Depende de você, escolher a lâmpada que quer ser.
Mas acima de tudo tem que saber ser lâmpada e acessa mesmo que fora da tomada.
E também saber que todos podemos passar qualquer uma destas situações.